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Bruna Andrade

É jornalista e escritora, com passagens pelos jornais Diário de Goiás e Goiás News e pelas revistas Bravo! e Vida Simples. Escreve aos domingos sobre assuntos ligados à diversidade, comunicação e cultura. Suas colunas são conhecidas por sua profundidade e precisão, abordando desde as últimas tendências tecnológicas até questões sociais emergentes.

Fausto Silva Enfrenta Tratamento de Hemodiálise Três Meses Após Transplante

Apresentador Continua Batalhando Contra Doença Renal com Tecnologia Portátil

Por: Bruna Andrade

Fausto Silva, aos 74 anos, continua em sessões de hemodiálise três meses após passar por seu segundo transplante de rim em menos de um ano. Em agosto de 2023, ele também havia recebido um novo coração.

Segundo o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, Faustão utiliza uma avançada máquina de hemodiálise portátil, que proporciona maior liberdade e mobilidade para pacientes com doença renal crônica.

“Essa tecnologia é bastante semelhante à da máquina convencional. Ela é miniaturizada, menor, permitindo que a diálise seja feita em domicílio, mas oferece o tratamento com a mesma eficácia,” explicou ao jornal o nefrologista Pedro Túlio Rocha.

Uma máquina portátil de hemodiálise pesa cerca de 30 quilos e pode ser transportada até em viagens, eliminando a necessidade de deslocamento dos pacientes a centros especializados para a realização do procedimento.

No início de abril, três semanas após a cirurgia, a esposa do apresentador, Luciana Cardoso, revelou que houve uma rejeição do rim transplantado. Por isso, Fausto Silva precisou iniciar um tratamento mais intenso que, segundo ela, mostrou resultados positivos rapidamente.

“Dois dias depois tivemos a resposta positiva que esperávamos: a rejeição foi superada. A partir de agora, nossa expectativa é que o tempo traga o reequilíbrio necessário para que todo o organismo volte a funcionar em harmonia,” disse Luciana na ocasião.

Um dos objetivos principais de um transplante de rim é liberar o paciente da necessidade de diálise. A rejeição, no entanto, é mais comum em pacientes que recebem o rim de um doador falecido, como foi o caso de Faustão.